sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Anjos, Diabos, Amor by Mélanie Faustin [Opinião]


Titulo Original: Anjos, Diabos, Amor

Edição: 2012

Páginas: 320

Editor: Chiado Editora

Nunca serás meu e eu nunca serei tua.

Tudo se resumia a isto.


Depois de tantas situações experienciadas juntos, tínhamos chegado a um beco sem saída, tínhamos atingido um fosso.


Por mais que nos amássemos, por mais que nos custasse viver separados um do outro, isso seria o melhor. Ou pelo menos pensávamos assim.


O desenrolar do papel nunca, jamais preveria este trágico fecho. À medida que o guião era escrito, as personagens afastavam-se cada vez mais, e mais...


No final, o que sobra de toda esta peça de teatro tão vívida e tão sombria ao mesmo tempo.


Apenas as doces recordações… Mas que fazemos das mágoas? As mágoas pomo-las de parte e utilizamo-las como ensinamentos, como lições para o futuro. Pois esse sim… é que merece ser vivido. O futuro e não o passado!

O Mundo é feito de pura e verdadeira magia, basta acreditar nela e saber como usá-la.



Foi uma leitura pouco agradável. Apesar da tentativa de história actual, já que está na moda o fantástico! 
A capa até nem está nada mal, mas não tem muito a ver com o livro assim como o nome! Em relação ao trabalho de tradução e revisão encontrei alguns erros, para não dizer muitos. 
O livro conta-nos a história de Aidan e Kristen, dois jovens que se apaixonam mas ela é diferente. 
Embora tentem no inicio se afastar ela por pensar que ele não a atende e ele nem sabe bem porque, não conseguem e acabam mesmo por se envolver e iniciar uma relação. Na fase inicial, introdução de personagens e a interacção dos jovens na história, a autora atrapalhou-se um pouco, confusão, capitulos que não entendi porque ali estavam naquela altura...

Com a evolução da história, a verdade começa a surgir e começam as discussões, as palavras não sentidas a sair pela boca... o sentimento tende a esbater-se e começam os mistérios que não envolvem directamente a personagem principal. Contudo, a melhoria não é significativa.

O final não entendi :( acabou sem mais nem menos, quando, na minha opinião, a história tinha pernas para andar. 



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